Oswaldo Eustáquio
Bolsonaro defende ministra Damares Alves pelo twitter

O presidente eleito Jair Bolsonaro utilizou sua conta no twitter na tarde desta quinta-feira para defender a futura ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves."É surreal e extremamente vergonhoso ver setores da grande mídia debocharem do relato da futura ministra Damares Alves sobre a fé em Jesus Cristo, que a livrou do suicídio desejado por conta de abusos sofridos na infância. Lamentável", disse Bolsonaro

 

Manobra da esquerda para acabar com ensino religioso confessional é barrada por Frente Parlamentar Evangélica

A frente Parlamentar Evangélica barrou na tarde desta quarta-feira uma manobra que poderia acabar com o ensino religioso confessional no Brasil desde o ensino básico até o ensino superior. Ou seja, as escolas cristãs seriam censuradas na profissão de sua fé e ensino de valores que são fundamentais para a igreja.

Uma comitiva da Frente Parlamentar Evangélica visitou hoje, em Brasília, o ministro da educação, Rossieli Soares, a fim de pedir apoio para barrar a homologação do texto sugerido nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para o curso de graduação em Ciências das Religiões.

O grupo, liderado pelo presidente da frente, Deputado Takayama, e composto pelos deputados João Campos, Arolde de Oliveira, Sostenes Cavalcante e Gilberto Nascimento, pediu ao ministro que não assinasse o documento, que segundo eles, seria nocivo para a educação confessional no Brasil. O jornalista Carlos Moraes, do Paraná também acompanhou a audiência. 

“Normalizaria e educaria quem? Seria o fim do ensino convencional. A esquerda quer nos presentear com um “cavalo de Tróia”. Não poderiam mais ensinar a religião professada por estas instituições nas escolas sem se falar em ocultismo e tudo mais que vimos por aí. Era um cavalo de tróia”, disse Takayama.

 As DCNs são leis que dão metas e objetivos a serem buscados em cada curso e, se aprovado o texto, além de ir contra decisão do STF em 27 de setembro de 217, quando julgou improcedente a ADI 4439 que questionava o modelo de ensino religioso nas escolas da rede pública de ensino do país, normalizaria o ensino de forma contrária à sociedade cristã.

O Ministro atendeu a bancada de forma positiva e prometeu não agir sem conversar novamente com os membros da frente! Nova reunião foi marcada para quarta da próxima semana. Para o deputado federal João Campos (PRB-GO), a retirada de pauta da homologação pelo ministro foi uma conquista da Frente Parlamentar Evangélica.

Processo de cassação de Marquinhos Roque será julgado nesta quarta-feira

Está nas mãos do juiz eleitoral Jean Leek o processo de perda de mandato do atual presidente da Câmara de Paranaguá, Marquinhos Roque. O julgamento dever ser realizado nesta quarta-feira (13) na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, em Curitiba.

Os advogados de Marquinhos tentam postergar o julgamento de olho na eleição da Câmara Municipal. Fontes ligadas ao Agora Paraná revelam que mesmo sabendo que o vereador tem poucas chances de permanecer no cargo, querem emplacar Marquinhos como presidente e um vice ligado ao Paço, para quando Marquinhos perder o mandato, o vice amigo se torne presidente e Marquinhos assumiria uma secretário na gestão do irmão Marcelo Roque.

Mas, não há mais ferramentas jurídicas para isso e a demora do julgamento pode criar constrangimento no Tribunal. A assessoria do relator magistrado informou que o processo será julgado até quarta-feira (13). O parecer do Ministério Público emitido há mais de trinta dias é para que Marquinhos seja cassado por infidelidade partidária. O julgamento do processo de inelegibilidade de seu irmão, Marcelo Roque está pautado para o dia 5 de fevereiro no TJPR. 

Damares Alves foi confirmada por Bolsonaro no Ministério dos Direitos Humanos

Pastora e advogada, ela tem um histórico de lutas pró-vida, pró-família  e em favor da causa indígena no resgate de crianças que estavam sob risco de morte. Aos seis anos de idade foi abusada sexualmente e fez de sua dor a sua bandeira

De Brasília, Oswaldo Eustáquio

O Ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni anunciou nesta quinta-feira (6) o nome de Damares Alves para assumir o ministério Ministério dos Direitos Humanos, Família e Direitos da Mulher. A nova ministra também será responsável pela Fundação Nacional do Índio (Funai) Ainda nesta terça-feira (4), Damares ligou para Bolsonaro aceitando o convite feito na semana passada. Uma das principais ativistas pró-vida e pró-família da história do Brasil, Damares dedicou uma vida toda pelas bandeiras da vida no Congresso Nacional, aonde chegou em 1988, há mais de 30 anos.

Damares Alves sendo anunciada no Ministério dos Direitos Humanos do governo Bolsonaro

O trabalho de da futura ministra ganhou destaque em todo Brasil pelas denúncias de abusos do governo petista na tentativa de atropelar o Congresso em pautas polêmicas como a legalização das drogas e do aborto. Foi a principal voz conservadora que desbravou o Brasil, nos governos Lula e Dilma.

Ainda nos anos 1990, Damares chamou a atenção do Brasil e da ONU para a questão do infanticídio nas aldeias indígenas junto ao Congresso Nacional. Passou a intermediar o resgate de crianças que seriam mortas por terem algum tipo de deficiência ou serem filhas de mãe solteira.

Alinhamento Ideológico

Com posicionamento ideológico alinhado com a do presidente eleito Jair Bolsonaro e reconhecida por uma conduta ilibada, o nome de Damaresfoi cotado para o Ministério ainda na semana passada. Enquanto parte da imprensa tentava reduzir Damares à condição de “assessora de Magno Malta”, e “pastora”, pinçando frases dela para pintar um retrato que não condiz com seu histórico de décadas de lutas dentro do Congresso Nacional.

De acordo com notícia veiculada no Gospel Prime, alguns parlamentares chegaram a dizer que Bolsonaro não deveria escolhê-la, preterindo alguém com mandato eletivo. Contudo, esse mesmo tipo de crítica não foi feita quando o capitão anunciou militares ou quadros com perfil técnico como o juiz Sérgio Moro e o astronauta Marcos Pontes para serem ministros.

O grande desafio de Damares será retomar as verdadeiras pautas de defesa dos Direitos Humanos, transformadas em mera “defesa das minorias” nos governos do Partido dos Trabalhadores. Além disso, sabe que receberá mais cobranças que a última mulher a ocupar o posto, Luislinda Valois, que teve passagem apagada pela pasta.

Assim que o nome da pastora foi cogitado, cerca de 200 entidades manifestaram seu apoio, incluindo ONGs, grupos pró-vida, ativistas da causa indígenas, ciganos e entidades de luta pelos diretos de portadores de necessidade especiais.

Tudo isso fruto do trabalho que ela desenvolveu nos “bastidores” de Brasília, cerrando fileiras com a Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família, além de movimentos como Brasil Sem Aborto e Brasil sem Azar.

Consenso

O reconhecimento é tanto, que o presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, dizia que não haver oposição ao nome de Damares dentro do seu movimento.

 

Referência nos Direitos Humanos

A luta de Damares no resgate de crianças indígenas é digno de Nobel da Paz.  Foi em conjunto com Márcia Suzuki, uma das linguistas mais respeitadas do mundo. Na época uma Muwaji Suruwahá, de um povo até aquela época considerado semi-isolado, queria trazer sua filha Iganani para fazer um tratamento de saúde, mas a Funai, de forma equivocada, não queria permitir. “A Damares nos deu todo apoio para gente se mudar para Brasília e apoiar a luta de Muwaji, inclusive nos emprestando seu próprio apartamento, que acabou sendo a primeira “sede” do nosso movimento – Atini – Voz pela Vida. Foi ela quem nos abriu as portas do Congresso, nos colocou em contato com parlamentares e outras autoridades e nos ajudou a amplificar a voz de Muwaji. Aí outros indígenas começaram a chegar. Pais, mães, caciques começaram a ligar pedindo ajuda para salvar a vida de crianças e a partir daí fundamos a ATINI”, disse Márcia Suzuki.

Esperança

Para a jornalista Sandra Terena, presidente da ONG Aldeia Brasil e autora do documentário Quebrando o Silêncio que desmentiu o governo brasileiro, na época governado pelo PT, a escolha de Damares para os Direitos Humanos é uma grande conquista para os povos indígenas, para as mulheres, enfim para o Brasil. “A Damares ama tanto o nosso povo que adotou uma filha indígena. Ela conhece as reais necessidades das aldeias brasileiras. Creio que a nomeação da nova ministra rompe um paradigma histórico e vai gerar esperança para todo o nosso povo”, disse Sandra Terena.

 A pequena Lulu, filha de Damares já se tornou uma linda mulher. Hoje, aos 20 anos, a pequena indiazinha guerreira, que chegou a ser enterrada viva em uma aldeia Kamaiurá e foi resgatada pelo projeto ATINI – Voz Pela Vida – hoje se prepara em uma escola especial de multiculturalismo para trabalhar em defesa das crianças do seu povo, as crianças indígenas. A história emocionante é exemplo para dezenas de mães indígenas que decidiram levantar uma bandeira em prol da vida.

Ministra foi abusada sexualmente aos seis anos de idade

Nascida em 1964, Damares Alves é uma mulher tipicamente nordestina. Filha de um pastor e uma dona de casa, de nome Guilhermina, a futura Ministra  cresceu morando em diversas cidades do Nordeste.

 

Em entrevista ao jornalista Jônatas Dias Lima do Portal Sempre Família, ligado ao maior grupo de Comunicação do Paraná – GRPCOM, Damaresdisse que fez de sua dor a sua bandeira. Aos 6 anos de idade foi abusada sexualmente. O resultado dos abusos impossibilitaram que ela gerasse uma criança no útero. Vencendo as dificuldades, estudou e se formou como educadora e advogada, vindo a trabalhar como assessora parlamentar por muitos anos.  No Congresso Nacional sempre ergueu a bandeira dos direitos humanos.  Ela teve a coragem de quebrar o silêncio e trazer para a sociedade e para o Parlamento o debate sobre o infanticídio indígena e a falta de assistência médica e a dignidade humana das pessoas com deficiência em meio aos povos tradicionais. 

A nova ministra começou a luta pelos Direitos Humanos ainda na adolescência. Aos 12 anos já tinha um olhar atento para as crianças excluídas e aos 13 anos já estava envolvida em ações de combate à desnutrição e desidratação de crianças no Sertão da Bahia. Na Década de 1980 ela já era líder de movimentos contra o aborto e de prevenção às drogas. 

Marco Feliciano peita Bolsonaro e quer ser Ministro dos Direitos Humanos

O deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP) peitou a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro e quer ser o futuro Ministro dos Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial. Fontes próximas ao deputado confirmaram que ele conversou com a equipe de transição, que está despachando no Centro de Convenções do Banco do Brasil para esta articulação e quer assumir a pasta

Procurado pela reportagem do Agora Paraná nesta terça-feira, Feliciano disse: “Isso é mentira”, desligou e não atendeu mais as ligações até o fechamento desta reportagem. A busca pelo Ministério é um voo solo, já que ele não informou (ao menos oficialmente)a Frente Parlamentar Evangélica sobre essa negociação.

Oficialmente, Bolsonaro já disse que a favorita para assumir o Ministério é a advogada Damares Alves, que tem a chancela da Frente Parlamentar Evangélica, embora não tenha sido indicada por ela. O nome de Damares recebeu apoio de 118 Instituições Pró-vida. Nos bastidores, aliados do presidente disseram a este blog que Bolsonaro é homem de uma palavra só. 

O prefeito Marcelo Roque se utilizou ontem de um blog da cidade pago com dinheiro da Prefeitura, para fazer um rasgado elogio à sua própria administração e atacar a TVCI.

Realmente, o prefeito Marcelo Roque foi eleito um dos melhores administradores públicos do Brasil, juntamente com seu colega Precioso.
Quem não se lembra desse mico. Ou melhor, desse jumento, que também recebeu o prêmio junto com Marcelo e foi notícia nacional no programa Fantástico da Rede Globo?
Parece que o vexame não serviu de lição para o prefeito.
Continua arrogante e prepotente como se nada tivesse acontecido.
Ataca os vereadores da oposição, por não saber conviver com opiniôes contrárias. 
Coisa de ditadorzinho barato e incopetente. 
Ataca a TVCI dizendo que é uma TV falida. 
Aqui, o engano foi maior: A TVCI foi a rede de televisão que mais cresceu este ano no país, com 
investimentode quase 100 milhoes de reais. Inclusive com a compra de sua sede aqui em Paranaguá. 
Hoje a TVCI é uma das 16 maiores redes nacional de televisão conforme atestado e comprovado pela Anatel. 
Possui tres estaçoes geradoras no Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e 152 estaçoes retransmissoras espalhadas por todo o Brasil. 
Está presente em todas as capitais com TV aberta, já operando em tecnologia digital e HD.
E também transmite sua programação em todas as operadores de televisão por assinatura, como Net, Oi, Claro, Sky e regionais. Também em HD. Isso significa mais de 160 milhöes de pessoas.
Mas, para que o prefeito saiba o que é HD, aqui vai um esclarecimento: HD é a sigla de Hight  Definition ou seja Alta Definição. 
Tecnologia para pessoas esclarecidas. Coisa que o prefeito não é.

O prefeito Marcelo Roque se utilizou ontem de um blog da cidade pago com dinheiro da Prefeitura, para fazer um rasgado elogio à sua própria administração e atacar a TVCI.

Realmente, o prefeito Marcelo Roque foi eleito um dos melhores administradores públicos do Brasil, juntamente com seu colega Precioso.
Quem não se lembra desse mico. Ou melhor, desse jumento, que também recebeu o prêmio junto com Marcelo e foi notícia nacional no programa Fantástico da Rede Globo?
Parece que o vexame não serviu de lição para o prefeito.
Continua arrogante e prepotente como se nada tivesse acontecido.
Ataca os vereadores da oposição, por não saber conviver com opiniôes contrárias. 
Coisa de ditadorzinho barato e incopetente. 
Ataca a TVCI dizendo que é uma TV falida. 
Aqui, o engano foi maior: A TVCI foi a rede de televisão que mais cresceu este ano no país, com 
investimentode quase 100 milhoes de reais. Inclusive com a compra de sua sede aqui em Paranaguá. 
Hoje a TVCI é uma das 16 maiores redes nacional de televisão conforme atestado e comprovado pela Anatel. 
Possui tres estaçoes geradoras no Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e 152 estaçoes retransmissoras espalhadas por todo o Brasil. 
Está presente em todas as capitais com TV aberta, já operando em tecnologia digital e HD.
E também transmite sua programação em todas as operadores de televisão por assinatura, como Net, Oi, Claro, Sky e regionais. Também em HD. Isso significa mais de 160 milhöes de pessoas.
Mas, para que o prefeito saiba o que é HD, aqui vai um esclarecimento: HD é a sigla de Hight  Definition ou seja Alta Definição. 
Tecnologia para pessoas esclarecidas. Coisa que o prefeito não é. 

Futura Ministra dos Direitos Humanos de Bolsonaro pode trazer paz entre movimento LGBTI e setor conservador

Favorita a assumir o Ministério dos Direitos Humanos e Mulheres, a advogada Damares Alves pode ser o elo de paz entre o s etor conservador, sobretudo no meio de católicos e evangélicos com os grupos de defesa dos direitos LGBTTI. Damares Alves, já participou de diversos debates com o presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis e o respeito sempre imperou. Em entrevista ao veículo de comunicação internacional GNI, Toni Reis disse que há pontos convergentes entre ele e a futura ministra. Caso, Damares seja confirmada por Bolsonaro, existe uma grande possibilidade de um diálogo estreito entre esses dois setores que podem chegar a um consenso. Reis disse ao GNI que assim como Damares é contra a pedofilia e a sexualização das crianças. 

 

Veja a reportagem completa aqui:

DO GNI INTERNACIONAL - TRADUZIDO 

O presidente eleito no Brasil, Jair Bolsonaro, convidou a advogada e pastora Damares Alves para assumir o Ministério dos Direitos Humanos.  Parte da mídia brasileira, tem colocado a pastora como antagonista do movimento LGBTI no Brasil. A reportagem do GNI Brasil procurou o presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, e também diretor-executivo do grupo Dignidade, entidade pioneira na defesa dos direitos LGBTI no Brasil, que disse com exclusividade não se opor ao nome da futura ministra.
“Não dá para jogar pedras se não houver indicadores para isso. Conheço ela (Damares) pessoalmente, já conversei, já debati várias vezes. Tenho algumas questões que eu gosto como, por exemplo, a política de adoção. A gente concorda. Eu adotei três filhos. Ela adotou uma indiazinha. Ela é contra a pedofilia eu também sou contra. Então temos que ver as similaridades. Também sou contra sexualizar as crianças. Mas sou favorável que sejam discutidas a questão de igualdade entre homem e mulher na escola. Que todos tem o mesmo direito”, disse Toni Reis. 
O presidente da Aliança Nacional LGBTI disse também que houve uma mudança de paradigma no Brasil que com o novo presidente caminha para uma linha ideológica conservadora, ligada ao povo evangélico. “Nós vamos ter que dialogar, o presidente 
 tem legitimidade para indicar o ministro ou a ministra que mais lhe convier e precisamos respeitar o resultado das urnas. Isso é o processo democrático”, disse. 
“Vamos estar em todos os espaços para fazer essa interlocução. Nesse sentido vou fazer o trabalho que tem que ser feito. Não sou nem oposição nem situação. Qualquer medida que for restringir nossos direitos conquistados, faremos as denúncias tanto no Brasil quanto fora. Há muito feminicídio, estupro e vamos fazer o diálogo da forma republicana. Da nossa parte estamos abertos ao diálogo. Queremos o cumprimento da Constituição” finalizou. 
118 entidades pedem nomeação de Damares Alves
Em reportagem publicada no Jornal “O Globo” pelo menos 118 entidades, entre igrejas, organizações não governamentais e associações de classe, assinaram nota em defesa da nomeação de Damares Alves, assessora do senador Magno Malta, para o Ministério dos Direitos Humanos e Mulheres do governo Bolsonaro. Além das entidades, a Frente Parlamentar Evangélica, uma das principais bancadas no Congresso Nacional também “chancelou” o nome da pastora, embora a FPE tenha indicado uma lista tríplice para Bolsonaro com outros nomes para ocupar um Ministério. Caso o nome de Damares seja confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro, ela será uma ministra ficha limpa.

Conheça Damares Alves, a escolhida por Bolsonaro para o Ministério dos Direitos Humanos

Advogada, educadora e uma das maiores militantes pró-vida e pró-família da história do Brasil, Damares Alves foi a escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro para ser ministra dos Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, pastor Hidekazu Takayama disse em entrevista exclusiva ao Agora Paraná que vê com bons olhos a indicação de Damares pelo presidente eleito. “Ela tem defendido as nossas pautas e bandeiras da fé cristã. Temos inteira confiança no trabalho da Dra. Damares que tem o nosso apoio. Embora, ela não faça parte da lista tríplice da bancada para um Ministério, a Frente Parlamentar Evangélica reafirma o apoio a Jair Bolsonaro. Não estamos aqui para barganhar cargos, mas para contribuir com a mudança da história do Brasil”, disse Takayama.

Fontes extraoficiais afirmam que Damares vai dar uma resposta à Bolsonaro até a próxima terça-feira. Caso aceite, ela será a segunda mulher a ocupar um ministério do governo Jair Bolsonaro, após Tereza Cristina (DEM-MS), convidada para a Agricultura. À frente do Ministério dos Direitos Humanos, Damares pode quebrar o paradigma do falso Direito Humano criado pela esquerda brasileira nos últimos governos que setorizou os “Direitos Humanos”  e restringiu esse tema tão importante para o envio de recursos para questões ideológicas e manifestações LGBTI capitaneados por uma militância que atenta contra os princípios da família brasileira tentando a qualquer custo implantar a ideologia de gênero nas escolas. Ela terá a oportunidade de colocar no trilho esse assunto tão importante para a nação. 

Damares é uma das principais referências no indigenismo. De tão apaixonada que é pelos povos indígenas, adotou uma pequena indiazinha. Também tornou-se referência no resgate de crianças indígenas em situação de risco e principal responsável pela aprovação da Lei Muwaji, que visa proteger crianças indígenas rejeitadas que seriam vítimas de infanticídio.

Para a jornalista indígena Sandra Terena, vencedora do prêmio Internacional Jovem da Paz em 2009, a indicação do presidente eleito pode mudar a história dos Direitos Humanos para os povos indígenas. “Damares conhece profundamente a necessidade do nosso povo. A “era petista” foi o pior momento da história do Brasil para os povos indígenas, sobretudo quando o ex-presidente Lula assinou o decreto 7056 que extinguiu muitas administrações da Funai pelo nosso país. Ao contrário do que diziam por aí, o governo Bolsonaro pode desfazer os estragos feitos pelo governo Lula e Dilma. Nós, povos indígenas, fomos usados por esse governo e depois subjugados pelo próprio Estado. E Damares vai revolucionar os Direitos Humanos em todas as áreas, principalmente na questão da igualdade racial”, disse. 

O nome de Damares tem sido consenso. Para Gessé de Roure Filho, diretor nacional do Parlamento & Fé Brasil, a informação está sendo bem recebida no meio cristão. “Diante da notícia divulgada abordando a nomeação da Dra. Damares para o Ministério, queremos manifestar nosso irrestrito apoio à referida indicação. Trata-se de uma profissional altamente qualificada para o cargo, com profundo conhecimento e experiência sobre os assuntos que envolvem a pasta”, disse. 

Referência no combate à automutilação e suicídio de crianças, adolescentes e jovens, muito antes de vir à tona a história do jogo “Baleia Azul”, Damares já era referência na luta para salvaguardar esse público. Os números dessa prática são assustadores, cerca de 20% dos adolescentes se mutilam no Brasil, dentro de seus quartos sem que seus pais percebam. Há muitos anos, Damares tem viajado por todo o Brasil para alertar os pais sobre essa prática nociva que tem se popularizado no Brasil.