Oswaldo Eustáquio
Ex-vereador de Pinhais é considerado foragido da justiça

O ex-vereador de Pinhais Leonildo Sandri é considerado foragido da justiça. Na manhã desta segunda-feira (20) o Grupo Especial de Atuação no Combate ao Crime Organizado (Gaeco)cumpriu mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão de um aliado de Leonildo, acusado de cometer um crime a mando do ex-vereador. Leonildo não foi encontrado pelo Gaeco e foi considerado como foragido.

O mandado de prisão contra o ex-parlamentar de Pinhais é temporário, mas caso ele não se entregue, pode ser convertido em prisão preventiva, sem prazo para deixar a cadeira. A ação foi ajuizada pela Promotoria do Patrimônio Público de Pinhais e busca apurar prática de devolução de parte dos salários de assessores para o ex-vereador. O órgão investiga ainda a mesma prática criminosa por atuais vereadores de Pinhais e por outros ex-vereadores. 

MP pede prisão de ex-vereador Leonildo Sandri por exigir parte de salários de funcionários

O ex-vereador de Pinhais, Leonildo Sandri, conhecido como Gordo, está sendo procurado pelo Núcleo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), braço policial do Ministério Público do Paraná. Os agentes do Gaeco tem um mandado de prisão temporária contra o ex-vereador, que está foragido. Além do mandado de prisão, também foi cumprido mandados de busca e apreensão na casa e nas empresas de Leonildo.

A ação é um desdobramento da Operação Racha, instaurada para apurar a prática de devolução de parte dos salários dos assessores do ex-vereador, que de acordo com a investigação, eram obrigados a devolver parte dos seus vencimentos mensais ao vereador.  Um cúmplice do ex-vereador também teve mandado de prisão decretado sob a acusação de corromper testemunha. Ele teria pedido para uma testemunha mentir em depoimento ao MP, troca de recompensa.

A operação Racha ainda está em curso e investiga a mesma prática em relação a outros vereadores e ex-vereadores de Pinhais, o que poderia caracterizar os crimes de organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, concussão e falso testemunho, além de atos de improbidade administrativa.  A reportagem não conseguiu localizar o ex-vereador.

Secretário de Obras de Antonina é preso pelo GAECO

O Grupo Especializado de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu três mandados de prisão na manhã desta segunda-feira (20) em Antonina, litoral do Paraná. O atual secretário de obras da cidade, Arlindo José Ricardo, foi preso preventivamente acusado dos crimes de falsidade ideológica, falsificação de documentos, fraude em licitação e corrupção ativa e passiva. Além do secretário foram presos o pregoeiro e o contador da cidade da propina. É dessa forma que Antonina ficou nacionalmente conhecida após reportagem do fantástico que noticiou a prisão do ex-prefeito, ex-secretários, ex-vereadores, ex-diretor da APPA.

As prisões realizadas pelo Gaeco são provenientes de um pedido do Ministério Público da cidade após análise de documentos apreendidos na busca e apreensão na primeira fase da Operação Proclamador.

A corrupção em Antonina está enraizada no poder público. Em todas as licitações, dispensas e inexigibilidade havia fraude e cobrança de propina. Desde a roçada até contratos com a oficina mecânica. A prisão do secretário de obras da cidade aponta para um novo escândalo que pode custar o fim desta gestão, em menos de um ano de mandato. 

O esquema envolvia empresas fantasmas e falsificação de documentos para direcionar a licitação. Só em contratos emergenciais para 120 dias de roçada foram gastos mais de R$ 500 mil. Um contrato com oficina mecânica por R$ 448 mil. Ou seja, mais de um milhão de reais em contratos suspeitos com fortes indícios de pagamento de propina aos gestores públicos. Uma das empresas que fraudou a licitação fazia parte de um funcionário da prefeitura da cidade.

 

 

Ministério Público investiga funcionária fantasma contratada por Gugu Bueno

A Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Paraná por meio da Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público de Cascavel instaurou inquérito civil para investigar a ex-servidora da Câmara dos Vereadores de Cascavel, Daiane de Jesus Patene,  flagrada como funcionária fantasma do poder legislativo. Daiane exercia um cargo de confiança ligado diretamente a Presidência da Casa. De acordo com a portaria 266/2017 Daiane foi nomeada para exercer o cargo de assessora para assuntos comunitários com salário de R$ 2.966,93 (dois mil, novecentos e sessenta e seis reais e noventa e três centavos), lotada no Gabinete da Presidência, a partir de 03 de julho de 2017. A portaria foi assinada por  Aldino Gugu Bueno no dia 03 de julho deste ano. 

O objetivo da investigação do MP é apurar eventual ato de improbidade administrativa por enriquecimento ilícito praticado pela ex-servidora municipa, consistente no ato de receber salários da Câmara Municipal sem trabalhar, previsto no artigo 9º da Lei de Improbidade Administrativa, no período em que foi nomeada.

A ex-servidora foi flagrada burlando o sistema de cartão-ponto. Ela registrava presença e voltava para casa como rotina. Imagens do circuito de segurança da Câmara mostram o momento em que ela entra e sai de um estabelecimento comercial, em horário de trabalho, e vai para casa em seguida, como mostra outra imagem captada pelas câmeras do condomínio em que mora. Ao final da tarde ela volta para o trabalho e bate a saída. Quando o escândalo veio a tona, a servidora foi demitida e a presidência da Câmara emitiu uma nota falando em tolerância zero, no entanto, não explicou a falta de fiscalização.  

Quanda Daiane foi denunciada pelos vereadores Hallberg e Madril, no mês de setembro, houve uma tentativa de amenizar a situação para o presidente Gugu Bueno e tentando colocar a culpa no vereador Damasceno, que teria indicado a servidora. A indicação não isenta a resposabilidade do presidente, pois a servidora trabalhava ou deveria trabalhar em um cargo de Gugu Bueno, mas na prática ficou quase dois meses recebendo dinheiro público sem trabalhar. A reportagem do Agora Paraná não conseguiu contato com Gugu Bueno no final de semana, mas nesta segunda-feira vai tentar ouvir a presidência sobre o fato.

A pergunta que não quer calar e pode ser respondida na sessão de hoje pelo presidente é?

Gugu Bueno não percebeu que sua funcionária não trabalhava há dois meses?

Qual o nível de culpa de Damasceno em ter feito a indicação?

Se eu indicar uma empregada para algum cidadão cascavelense, e alguém contratar, e esse empregada não limpar a sua casa., vocÊ vai pagar ela no fim do mês?

São perguntas que ficam sem resposta na tentativa de empurrar com a barriga e enganar o povo.

Talvez, Gugu Bueno não tenha percebido a ausência de sua funcionária por estar preocupado com a pré-campanha de deputado estadual, que já foi lançada, mas enfraquece com este escândalo. 

Supersalários na Câmara de Curitiba ultrapassam R$ 50 mil por mês
Divulgação CMC

Oswaldo Eustáquio

Os salários de 69 funcionários efetivos da Câmara variam entre R$ 30 mil e R$ 54 mil por mês, além disso existem salários de assistente administrativo de R$ 16 mil e técnico administrativo ganhando R$ 19 mil por mês a um custo de R$ 125 milhões por ao aos cofres públicos

Enquanto o governo federal propõe a redução do salário mínimo em R$ 10 para 2018, sendo reduzido para R$ 969, em Curitiba 69 funcionários da Câmara dos Vereadores tem supersalários que variam entre R$ 30 mil e R$ 55 mil por mês. Destes, 33 estão na ativa. Como, no Brasil é inconstitucional o servidor público receber mais que o chefe do poder executivo, nestes casos existe a aplicação de um redutor constitucional que diminui o salário destes servidores para R$ 27 mil por mês.  Estes salários são de servidores efetivos da Casa.  Os comissionados, de livre nomeação dos vereadores ganham no máximo R$ 12.393.

R$ 125 milhões por ano

De acordo com informações da Câmara de vereadores de Curitiba a previsão de gastos da Casa com  salários dos servidores é de  R$ 125 milhões em 2017.  Uma média de R$ 7,4 milhões por mês.  Os servidores chegam a ganhar mais até que os vereadores que tem o salário de R$ 15,1 por mês.

Assistente admnistrativo ganhando mais que vereador

Com exclusividade a reportagem do Agora Paraná apurou que além dos 69 servidores que recebem o teto constitucional, existe na Casa de Leis, Taquígrafo que ganha R$ 18 mil por mês, técnico administrativo ganhando R$ 19 mil e assistente administrativo com salário de R$ 16 mil mensais. Ao todo, mais de 100 servidores, entre taquígrafos, auxilares administrativos e motoristas, entre outras funções,  ganham mais que os vereadores. 

A Câmara de vereadores de Curitiba informou que o alto valor destes salários se deu por conta de leis aprovados pelos próprios vereadores que garantiram gatilhos que aumentavam os salários dos servidores de modo muito superior aos servidores do executivo. A lei 9809/2000 assinada pelo então presidente do legislativo João Claudio Derosso foi uma das responsáveis pelo aumentos fora do comum no salário destes servidores.

Em entrevista exclusiva o presidente da Câmara dos Vereadores de Curitiba, Serginho do Posto, ele concordou que os valores dos salários são altos, mas  informou que a questão é uma herança das gestões  anteriores e nada pode ser feito com relação aos salários destes servidores, mas garantiu que os próximos concursos públicos realizados vão ter planos de cargos e mais coerentes.

A consulta dos salários pode ser feita neste link e utiliza a opção servidores efetivos

https://www.cmc.pr.gov.br/transparencia/cargos-e-salarios/salarios-portal.php

Mulher paralítica é execrada por mentiras das Redes Sociais

As redes socias e uma barrigada, termo utilizado no jornalismo para notícia falsa, condenaram uma mulher paralítica a maledicênncia das redes sociais. Há mais de 20 anos, Lucimara Aparecida Diniz, 42, partiu do interior de São Paulo para buscar uma vida nova em Londrina, no norte do Paraná. Com uma história de vida marcada por altos e baixos, a mulher, que trabalha em frente ao Banco do Brasil no calçadão central da cidade, recebe ajuda de várias pessoas para sobreviver.

Lucimara mora com a mãe, e a vida se torna mais difícil quando as duas são deficiência: “Eu tive Poliomielite com menos de um ano de idade, por isso sou assim” — descreveu em uma entrevista ao ‘Jornalismo Periférico

Despejada pela Justiça da casa onde morava há 18 anos, ela buscou na bondade das pessoas um meio de subsistência:

– Desde então, fico descrente de tudo e eu nunca me agradei com a justiça, hoje eu tenho desprezo por tudo isso. Nunca saí daqui [de Londrina], é difícil de se locomover. O futuro, dentro de que eu vivo, o que eu posso fazer? Eu nem sei o que será de mim se alguma coisa acontecer com minha mãe. Todo mundo fala que quem não se da bem na vida é da classe P: Preto, Pobre, P*ta, e eu coloco o quarto P: de paralitico. – concluiu.

Lucimara, além de tudo, foi vítima da maldade na internet. Uma publicação feita em uma página no Facebook, disseminou o boato de que sua situação, na realidade, seria outra: A foto publicada mostra uma mulher com a mesma deficiência da londrinense em uma praia no nordeste brasileiro.

A semelhança entre as duas foi o fator que levou a postagem viralizar nas redes sociais.

O pior foram os comentários de quem acreditou na história. Muitos preconceituosos e tão baixos que nós não teremos a audácia de mencioná-los, por puro respeito.

A postagem foi compartilhada por centenas de milhares de pessoas em todos os canais imagináveis. Essa desinformação pode acarretar sérios problemas a uma pessoa que precisa de ajuda.

– A gente tem que ter muita força para aguentar a situação que se passa, até por que a gente não consegue reagir muito.

 

Fonte: Diário 24H

Assessor de imprensa também é jornalista?

A pergunta da manchete é provocadora. E a resposta é simples. Lógico que assessor de imprensa também é jornalista. O motivo da provocação é que muitos colegas jornalistas que saem das redações e vão para as assessorias, sobretudo no poder público, acabam ficando invisíveis. Pois, de um modo geral, não assinam seus textos, nem mesmo nos sites das prefeituras e governos.

Recentemente, alguns assessores de imprensa me fizeram esse questionamento. Disseram que repórteres fotográficos que trabalham no poder público, tem seus créditos na imagem. E o jornalista não tem o seu crédito no texto.  A reclamação  é porque  muitos acham que tem seu nome jogado no esquecimento.  Por isso, vale a pena abrir essa discussão para que assessores de imprensa, sobretudo nos sites de poder público possam assinar seus materiais. Sim, assessor de imprensa é jornalista!

Em tempos de demissão em massa de jornalistas e o mercado se fechando cada vez mais, é importante nos reinventarmos como profissão. Sempre lutando pelo piso da categoria e pela manutenção e ampliação dos postos de trabalho. 

Qual a sua opinião?

Envie para oswaldo@tvci.com.br

“Ex-prefeito Edgar Bueno tem que debater no Gaeco”, dizem cascavelenses

Respondendo a diversos processos na justiça por atos de corrupção e improbidade administrativa, o ex-prefeito de Cascavel Edgar Bueno fez um vídeo convidando o atual prefeito, Leonaldo Paranhos, para um debate. Fontes ouvidas pela reportagem ligadas ao meio político de Cascavel, disseram que Edgar já está jubilado e agora tem que prestar contas apenas ao Gaeco, ao MP e a justiça.

O debate eleitoral já foi feito pelo candidato do prefeito, Marcos Vinícius no período eleitoral, e em dez meses de governo o prefeito Paranhos tem se destacado nacionalmente por economizar milhões de reais em licitações de itens que eram contratados com preços superiores a gestão passada.

O ex-prefeito Edgar Bueno fez o vídeo com objetivo claro de voltar a cena do meio político em Cascavel, mas ex-assessores de Edgar tem comprometido sua credibilidade com ameaças e ofensas a quem tem opinião contrária. O tempo do coronelismo ficou para trás. Cascavel vive um novo momento de esperança pela população.  O povo de Cascavel está se sentindo liberto. Aliados, do ex-prefeito, por meio de redes sociais prometem ataques sórdidos contra a gestão atual e contra quem quer se tente revelar os abusos com o dinheiro público investigados pela justiça.

Cativeiro de menino paraguaio era espaço público cedido por Edgar Bueno

A casa que serviu como cativeiro para o menino paraguaio, vítima de tráfico humano, em Cascavel, oeste do Paraná, pertence a prefeitura de Cascavel. Principal suspeita de vender o menino, Maria Paraguaia, moradora desta casa no bairro Cascavel Velho conseguiu a concessão deste terreno por questões políticas e eleitoreira e o que deveria ser algo usado em prol da população era utilizada de forma privada e para fins exclusvimanete particulares e políticos, de acordo com fontes do bairro Cascavel Velho, que foram ouvidas pela reportagem. 

Sob a condição de não ser identificado, um vizinho disse que Maria Paraguaia “ganhou” a casa do prefeito por ser uma aliada política em campanhas eleitorais. E que é fato público que ela utilizava a casa para reuniões políticas, inclusive fez isso na última eleição em 2016 quando usou o mesmo espaço para pedir votos para o candidato Marcos Vinícius e para o vereador eleito Pedro Sampaio. 

O contrato de comonadatodo imóvel entre a prefeitura de Cascavel e o governo do Estado foi assinado pelo então prefeito de Cascavel, Edgar Bueno.  Com a posse do terreno, Edgar autorizou que o local fosse utilizado para servir como consultório dentário e um local para servir sopas para pessoas carentes, mas na verdade serviu apenas para "legalizar" a utlilização do local por aliados políticos. Com isso o local público se tornou a casa de Maria Paraguaia, e o cativeiro. O local ao lado, que faz parte do mesmo terreno, foi vendido por Maria para uma outra pessoa, ainda de acordo com moradores da região. O morador no entanto, negou que tenha comprado a casa, disse que foi convidado por Maria Paraguaia para cuidar do local.  A concessão de uso, portanto, foi informal. Não existem registros na prefeitura de Cascavel sobre a doação ou concessão do terreno nem para Associação de Moradores, nem para Maria Paraguaia, o que torna a situação ainda mais irregular. 

Documentos obtidos com exclusividade pelo Jornal Agora Paraná revelam que Maria Paraguaia trabalhou em 2016 na campanha do candidato a prefeito Marcos Vinícius, candidato oficial de Edgar Bueno e para o vereador Pedro Sampaio, da bancada da transparência da Câmara Municipal de Cascavel.  

Procurado pela Reportagem do Agora Paraná, o vereador Pedro Sampaio confirma que Maria Paraguaia trabalhou em sua campanha de forma oficial, mas não tem recibos eleitorais para comprovar o fato. Ele disse que o pagamento e os recibos são da campanha majoritária do candidato Marcos Vinícius, que havia sido escolhido pelo então prefeito Edgar Bueno para disputar a sucessão do mandato. A reportagem do Agora Paraná não conseguiu localizar o ex-prefeito Edgar Bueno até o fechamento desta reportagem

“Vou permanecer no cargo”, diz secretário de saúde de Cascavel

O secretário de Saúde de Cascavel, Rubens Griep, deve permanecer no cargo. Durante essa semana houve rumores da possível saída de Rubens da pasta, após reportagem divulgada pelo jornalista Luizinho Nardelli.

A reportagem do Agora Paraná entrou em contato com o secretário, que admitiu ter cogitado a ideia de deixar a pasta, conforme adiantado pelo jornalista cascavelense, mas por motivações pessoais e que não existe nenhum problema com a gestão e confirmou que permanece no cargo porque seu principal objetivo é contribuir com o prefeito Paranhos para mudar a história da saúde de Cascavel.

“A gestão da saúde consome 100% do nosso tempo. Tenho um filho de 15 anos que é deficiente físico e preciso encontrar um tempo para dedicar a ele. E entrego minha tese de doutorado no fim do ano”, disse o secretário, que faz parte do corpo de funcionários de carreira da prefeitura de Cascavel há mais de vinte anos.

Investimento

O município investe 27,4% em saúde, mais que o dobro que a média nacional que é de 15%. “Fazemos esse investimento porque os financiamentos nacionais para saúde estão congelados, mas os problemas de saúde crescem a cada dia. É difícil avançar na mesma velocidade. E a saúde é uma das principais prioridades do Prefeito Paranhos, se não for a principal”, disse o secretário.  

Descompaso

Ainda de acordo com Rubens, quando a crise bateu na porta, os problemas de saúde as agravaram. “A desesperança, depressão, desemprego, tudo vira problema de saúde. Existe um descompasso entre o crescimento das demandas na saúde e dos investimentos em nível nacional e o prefeito Paranhos tem uma ligação muito forte com a população nas demandas as saúde e sempre quer resolver os casos com urgência. Temos conseguido vencer cada caso. E isso gera angústia. Cada vida salva é uma vitória”, completou o secretário.