Política

Coalisão busca Comando paralelo no Porto de Paranaguá  

O governador Ratinho Júnior solicitou ao Diretor Presidente do Porto de Paranaguá, Luís Fernando Garcia, informações detalhadas das atividades paralelas desse grupo chamado Coalizão para encaminhar ao Ministério Público, informam pessoas próximas ao chefe do executivo paranaense.

Este grupo, tem como porta-voz, um estranho no Ninho, Antônio Saad Gebran Sobrinho, que não é operador portuário, não tem empresa de importação ou exportação. É dono de um jornal que vende quatro exemplares por dia em cada uma das seis bancas de Paranaguá. Trabalha com o capital especulativo. Não produz nada, mas se utiliza da força deste grupo formado por empresas sérias para receber um grande volume de dinheiro público na esteira da Coalisão.

Intitulada como Grupo de Coalizão, um grupo de empresários portuários de Paranaguá está desenvolvendo um trabalho paralelo visando quebrar a barreira e ditar normas no Porto de Paranaguá, contrariando as determinações saneadoras do Governador Ratinho Júnior. A maior parte dos empresários são pessoas sérias, mas se não perceberem a atuação promíscua do estranho no ninho podem beirar a atuação de uma milícia em um mecanismo para criar um poder paralelo na APPA, que está na pasta do Secretário Sandro Alex.  A milícia do Rio de Janeiro, conhecida nacionalmente como um governo paralelo das atividades essenciais da cidade, está ganhando força em várias regiões do Brasil e o governo Bolsonaro está trabalhando firmemente no combate a essas forças paralelas.

O líder da Coalisão é o Superintendente da TCP - Terminal de Contêiner de Paranaguá, Juarez Moraes e Silva, que por muitos anos exerceu um comando paralelo no Porto, em função da sua aproximação com o ex-governador Beto Richa e com a derrota do tucano nas urnas quer utilizar esse grupo para conquistar benefícios milionários, quase bilionários em causa própria. Um exemplo é o projeto de derrocagem da Pedra Palangana.

O governo do estado lançou um edital no valor de R$ 32 milhões para retirada da pedra que vai permitir a atracação de navios maiores no Porto de Paranaguá, mas sem dúvida a maior beneficiária será a empresa TCP e o estranho no Ninho que pretende capitalizar isso para seu jornal. Quando interesses privados se sobrepõe ao interesse público a sociedade é quem perde.